Sexta-feira, 5 de Junho de 2009

Você é a minha razão de viver


Nos meus momentos de tristeza,
você é a minha alegria.

Nos meus momentos de medo,
você é a minha luz.

Nos meus momentos de dúvida,
você é a minha certeza.

Na minha caminhada pela vida,
você é a minha razão de viver.

Na minha derrota,
você é o meu motivo de não desistir,
persistir, e acima de tudo acreditar em mim mesmo.

Por isso td meu amor que eu te amo muito.
E para a vida toda vou te amar...


Editado por: Vinicius Custódio para: Luciana...

Quinta-feira, 21 de Maio de 2009

Slater cai na segunda fase em Teahupoo e vive pior começo de ano da carreira


Americano soma três derrotas em quatro baterias disputadas em 2009. Líder do ranking, Joel Parkinson cai nas oitavas

Kelly Slater vive seu pior começo de temporada em toda a carreira. Após a eliminação em Teahupoo, etapa taitiana do Circuito Mundial, o surfista nove vezes campeão do WCT somou a terceira derrota em quatro baterias disputadas no ano. Nesta segunda-feira, Slater perdeu para o basco Aritz Aranburu por 17,27 a 15,00 na segunda fase da disputa.

Em Gold Coast, o americano venceu uma bateria, foi direto para a terceira fase e caiu diante do australiano Julian Wilson, convidado da etapa. Já em Bells Beach, Slater foi novamente eliminado por um convidado, mas logo na estreia, pelo aussie Owen Wright.

Com mais sorte que o americano, o tricampeão mundial Andy Irons avançou às oitavas de final em Teahupoo. O havaiano bateu o australiano Bede Durbidge por 13,16 a 12,00. Na próxima fase, Irons enfrentará o americano Bobby Martinez, na quinta bateria.

Baterias das oitavas de final:

1: CJ Hobgood (USA) 15,50 x 6,17 Jay Thompson (AUS)
2: Taj Burrow (AUS) 12,04 x 9,40 Kieren Perrow (AUS)
3: Michael Campbell (AUS) 15,07 x 8,50 Josh Kerr (AUS)
4: Taylor Knox (USA) 15,46 x 5,57 Joel Parkinson (AUS)
5: Andy Irons (HAV) x Bobby Martinez (USA)
6: Adriano de Souza (BRA) x Jordy Smith (AFS)
7: Aritz Aranburu (EUK) x Damien Hobgood (EUA)
8: Mick Fanning (AUS) x Tom Whitaker (AUS)

Quarta-feira, 8 de Abril de 2009

Homenagem a minha namorada Luciana


Luciana...

Antes de te conhecer, admito que o tempo foi ingrato comigo,
mas ele sabia o que estava fazendo.
E quando menos esperei, ele te colocou em meu caminho,
trazendo para minha vida alguém que eu não conhecia.
A pureza de um carinho, um olhar de felicidade que você
expressa através da alegria que seu coração me retribui.
Estar contigo talvez seja um sonho do qual eu nunca vou querer acordar,
dormiria a eternidade se fosse preciso só para estar juntinho de ti,do teu lado em teus braços, para eu poder sentir
o seu coração batendo junto ao meu, as suas mãos descendo devagarinho pelo meu rosto...
toda a minha vida, nunca imaginei gostar de alguém assim.
Ter você significa a realização de um sonho,
e o despertar de uma realidade que poderá ser eterna.

Luciana te amo muito e sempre te amarei

te amu muito minha vida...

te amu pra sempre..



Editor : Vinícius Custódio

Entrevista com Jihad Khodr, o fundamentalista do surfe


PERFIL

Nome: Jihad khodr Chiah.
Idade: 22.
Tempo de Surfe: 14 Anos.
Patrocínio: Quiksilver, Canfield, Oakley e Shopping Omar.
Melhores trips: Indonésia 2006.
Melhores resultados: Campeão do REEF CLASSIC WQS 2004, Campeão SUPER SURF MARESIAS 2006.
Local de treinos: Matinhos.
Melhor Manobra: Aéreo.
Surfistas preferidos: Kelly Slater, Neco Padaratz.

Jihad Khodr Chiah. Não, ele não é um fundamentalista muçulmano. Mas dentro d´água, detona. "Ondas pra direita, esse é meu ponto forte. A galera que compete comigo sabe que se deixar uma e eu não estiver em combinação, já era".

O paranaense de 22 anos venceu a última etapa do SuperSurfe em uma final emocionante, na qual bateu o bicampeão brasileiro Leonardo Neves.Jihad está na boca do WCT, sendo o segundo reserva na lista da elite mundial, ocupando a 47ª posição no ranking do WQS.

Sua linha de surfe, moldada nas direitas de Matinhos (PR), é sua principal arma na luta pela consolidação entre os tops mundiais. Ele acredita que não vai ter problemas em se adaptar aos critérios dos juízes do Tour.

Sua primeira aparição na elite aconteceu em Bells Beach, durante a segunda etapa do WCT 2006 em que terminou na 33ª posição. Na entrevista abaixo Khodr fala de religião, o sonho de ser campeão brasileiro, desempenho dos brasileiros no WCT, entre outros assuntos. Vale o drop!

Gerson Filho - Você quase entrou no WCT em 2005, e esse ano está correndo atrás pelo WQS. Como você planejou o ano de 2006 em termos de competição?

Jihad Khodr
- Cara, foi complicado. Se eu tivesse entrado ia me concentrar muito só no WCT; correria as etapas do WQS por segurança. Se eu fosse o primeiro reserva também ia fazer isso. Mas como segundo reserva abri mão do WCT para tentar buscar um sonho que é ser campeão brasileiro. Então tô correndo as principais do WQS e tudo que der do SuperSurfe. Quando o calendário permitir e eu for convidado, corro também o WCT. Quero mostrar para eles que tenho nível para ser um dos tops.

GF - Você acredita que a sua linha de surfe está no nível da exigida pelos juízes do WCT, ou acha que vai ter que se adaptar aos critérios?

Jihad Khodr - Quem se classifica pro WCT precisa começar quase que do zero. Tem que praticamente se mudar para a Austrália; surfar muito, só em ondas boas. Também pretendo encomendar pranchas gringas para juntar com o meu quíver. Vou ter que dar um jeito de ir para cada etapa sempre o mais cedo possível para ir treinando, conhecendo os picos e surfando com os caras. Preciso evoluir meu surf em ondas grandes e esquerdas. Pra direita acho que me garanto em qualquer etapa do CT. Só não deu em Bell´s por quê era minha estréia e eu ainda tomei um susto. Tava treinando na Indonésia e fui chamado em cima da hora. Cheguei um dia antes da minha bateria. Foi f...

GF - Como foi vencer a última etapa do SuperSurfe, em cima do Léo Neves?

Jihad Khodr - Eu venci um campeonato profissional pela primeira vez em 2002, no meu primeiro ano como profissional. Depois fiquei buscando muito essa segunda vitória. Já tinha um terceiro no ano passado e um vice este ano. Sabia que podia vencer. O Léo é muito meu amigo. A gente viaja junto e me amarro no estilo de surf e de vida dele. Então acho que por isso não foi uma bateria daquelas que neguinho fica te marcando do início ao fim. Ele foi fazer o surf dele e eu o meu. Quando veio a onda que eu estava esperando, dei o meu melhor e consegui virar. Sabia que podia vencer era só vir a onda! Tô amarradão.

GF - Você chegou em Maresias sentindo que ia mandar bem?

Jihad Khodr
- Maresias é um lugar que eu gosto muito. Já tive altos resultados como amador, depois no profissional, mas nunca tinha vencido. No sábado eu peguei um tubo no freesurf que os juízes viram e ficaram bolados. Isso me deu confiança. Não sei se cheguei pensando que dava pra vencer, mas eu sempre penso que se o mar me der condição posso vencer qualquer um. Fico triste quando perco pro mar.

GF - O que você acha da atual representação brasileira no WCT?

Jihad Khodr
- Acho que muitos ainda sofrem com a falta de grana, de estrutura; até de nome e expressão. É um lance que parece aquela parada do ovo e da galinha: o que vem antes? O cara precisa fazer seu nome para ser respeitado, mas pra fazer o nome tem quer ter resultado.

GF
- Você acha que os brasileiros são injustiçados pelos juízes?

Jihad Khodr
- Não acho que isso rola com os brasileiros. Pode rolar com todo mundo.

GF - Entrando no WCT, qual será sua maior dificuldade?

Jihad Khodr - Quem me dera ter pelo menos um ano garantido pelo WCT sem ter que se preocupar com o WQS. Assim, dava para viajar menos, treinar mais, investir em equipamentos e estrutura. Mas complica quando você começa o ano mal e aí tem que correr uns trinta campeonatos dando conta dos dois circuitos e ainda se manter entre os tops.

GF
- Como foi o episódio no aeroporto em que encrencaram com o seu nome? Isso ainda acontece? (Jihad foi barrado ao entrar nos EUA devido ao seu nome de origem muçulmana que quer dizer Guerra Santa)

Jihad Khodr - Foi só uma vez quando agente vacilou e tava sem grana. Ao invés de ir para Los Angeles direto, usei minhas milhas para ir via Washington. Então imagina: fazia menos de 1 ano do 11 de setembro. Chega um cara de nome Jihad, muçulmano, carregando um sacolão de pranchas, é mais bomba né? Ainda por cima na capital dos caras... foi punk mas deu tudo certo. Até hoje foi minha melhor participação no US Open. Ganhei do Rob Machado duas vezes!

GF - Você é muçulmano praticante?

Jihad Khodr - Minha família é bem praticante. Quando eu era criança rezava junto com eles, lia o Alcorão e tudo. Mas com o tempo, passeia a viajar muito e não deu mais para acompanhar.

GF
- Qual o ponto forte e o ponto fraco do seu surfe?

Jihad Khodr - Ondas pra direita, esse é meu ponto forte. A galera que compete comigo sabe que se deixar uma e eu não estiver em combinação, já era. Quebro mesmo! Nasci em Matinhos, uma onda que ensina qualquer um a surfar pra direita. Meu ponto fraco são as ondas mais fortes, maiores e tubulares pra esquerda. Falta esse tipo de onda no Brasil e com tantos campeonatos pra disputar não sobra tempo e grana pra ficar treinando nas esquerdas.

GF
- Que tamanho de prancha você tem usado no dia-a-dia?

Jihad Khodr
- 5´10, 5´11 e 6´0 - minhas Canfield que são mágicas.

GF
- Quais surfistas influenciaram sua linha de surfe?

Jihad Khodr
- Não gosto muito deste lance de ídolos, influências e tal. Quando eu era moleque gostava de ver o Taj (Burrow) nos filmes e depois ia pra água tentar fazer igual. O Peterson me ensinou muito a ser guerreiro, então talvez seja um pouco de cada.

editor: Gerson Filho

Quinta-feira, 12 de Março de 2009

12/03/2009 - Dicas para os surfistas que vão surfar no hawaii


Fique antenado antes de entrar na água
Mesmo com a Internet, não tenha vergonha de perguntar aos salva- vidas o tamanho das ondas, se o mar está subindo ou baixando e se tem correnteza. Eles estão lá para isso e eu pergunto todas às vezes. Em Sunset, por exemplo, com swell de noroeste e Oeste a corrente joga geral para debaixo do pico e as ondas ficam All Over, então Be Carefull e pergunte mesmo, sua vida pode depender disso. Esse ano mesmo eu ia entrando em Waimea 15 a 18 pés e quando estava parafinando a prancha, entrou uma série de 30 pés fechando tudo. Então não vacile, pergunte.

Escolha bem as ondas

Procure fazer suas próprias observações do mar, quantas ondas na série e o tempo entre elas. Não desça na primeira da série, normalmente todo mundo rema e se você cair tomará mais quatro ou cinco às vezes até seis ondas na cabeça. Escolha a terceira ou a quarta. Isso vale também no caso de você remar e não descer. Às vezes em Sunset acontece de o terral ser tão forte que se você não estiver no local correto a onda passa e você fica. Aí a série vai te pegar e em Sunset não é um bom lugar para se tomar uma série na cabeça, pois o caldo machuca e faz sofrer. Já dizia Derek Doerner, salva vidas de lá e big rider renomado, que este é um dos piores, se não for o pior caldo do Hawaii, principalmente quando está enorme.

Entre e saia do mar corretamente
Procure ver o lugar exato de entrar e de sair do mar. Se for em Sunset e o mar estiver grande, tem que ser pelo canal, quando estiver menor dá para entrar por Sunset Point. Já em Pipeline, normalmente você corre numa pedra, que fica em frente às ondas. Como se trata de um canal falso, a correnteza lhe empurrará para o outside na diagonal. Na hora de sair, não fique no limite das suas forças lá no outside. Saia um pouco antes de ficar cansado e reserve suas energias para a saída, pois você pode, por exemplo, perder sua prancha e ter que dar uma bela nadada. Poupe forças, aqui tudo pode acontecer.

Em Waimea o lugar correto para entrar e sair está entre o rio e o córner direito ou no point, que fica perto dos arbustos no lado direito. Se você perder essa posição, volte e comece tudo de novo, senão a correnteza, que é muito forte, vai lhe jogar para o lado esquerdo da Baía, onde ficam o shorebreak e as pedras. Além disso, os salva-vidas vão ficar estressados com você. Em Waimea os salva-vidas ficam putos, pois eles trabalham preventivamente e avisam o tempo todo: -- Remem para o lado direito, em frente a torre de salva-vidas. Ondas grandes vindo, ou “a Big Set is Coming”, significa que é hora de remar rapidinho para o outside. Eles chegam ao cúmulo de falar o tempo todo com seus megafones que aquelas ondas não são para tolos, que se você não tem condição não entre, que são ondas somente para experts, ou seja, para quem conhece a baía. Então fique ligado.

Respeito para ser respeitado

Respeitar os locais não vou nem falar, e mais, procure ser realmente amigo dos locais, pois pode lhe valer muito em determinados momentos.

Não chame atenção

Procure evitar andar em turma e falando alto.

Nunca raberar. Nunca.
Não vá com turma para o mar e fique raberando as ondas dos outros. Nem que sejam as dos seus próprios companheiros. Para os locais não importa, o que importa é que você está armando mó barraco. Uma vez um amigo nosso estava raberando a gente em Backyards e tomou um murro do local Junior Moepono, já falecido.

Preparo

Esteja bem preparado físicamente, emocionalmente e psicologicamente. Confiança em você é tudo. Caso contrário você entra em pânico e aí será muito pior. Faça uma boa preparação na piscina e no mar antes de ir, como natação, apnéia e relaxamento.

Equipamento
Bom equipamento, prancha e cordinha nova e adequadas aquele mar. O ideal é que a cordinha tenha o tamanho das ondas que você vai pegar.

Diversifique

Surfe em Sunset, Pipeline e Waimea, mas procure também picos alternativos. Laniakea é muito especial, Jockos, Chuns Reef, Mokuleia, Silva Channels, etc.

Só de Haleiwa à Kahuku temos uma infinidade de ondas mágicas. São as Seven Miracle Miles, ou os onze quilometros mais recheados de ondas boas do mundo.

Após isso se prepare para uma das melhores trips de surfe da sua vida. Será inesquecível, então curta todas as ondas e o lugar, que é o maior astral. Respire e viva o surf. Não estranhe o começo, você vai se adaptar. Seja big rider, porém com consciência e segurança, porque ninguém é tolo, como já dizem os salva-vidas de lá.
EDITOR: RICO DE SOUSA

Segunda-feira, 9 de Março de 2009

09/03/2009 - Kelly Slater é eliminado na terceira fase do WCT por 'menino da prancha rosa'


Agora era hora de enfrentar o melhor de todos os tempos. Mas o jovem aussie tinha uma boa lembrança. Em 2005, tinha derrotado o americano na primeira fase.



- Eu sabia que ia enfrentar o melhor. Tinha que botar pressão desde o início - contou.

Quando Slater começou a se aquecer, a praia de Snapper Rocks começou a ficar lotada. Nem o título de Stephanie Gilmore tinha enchido tanto as areias australianas. Os fãs chegavam cada vez mais para a beira do mar. Alguns se aproximavam tanto que tinham os joelhos molhados. Tudo para ver o melhor surfista do mundo.

Slater demorou a entrar na bateria. Remou para a primeira onda que pintou no outside, mas desistiu dela. Depois, foi Julian Wilson quem se arriscou numa direita o para ganhar 6,83. No décimo minuto, o eneacampeão mundial pegou sua primeira onda, fraca: 3,17.

Na segunda, Kelly caiu depois de uma rasgada (1,77). Mas não parou. Logo entrou em outra, deu um aéreo 360 graus e novamente caiu (1,07). Abriu mão d ajuda do jet ski, foi remando para o outside.

Na metade da bateria, Julian passou bem em frente a Slater antes de arrancar 8,50 e deixar o melhor surfista do mundo em combinação de 15,34 pontos, ou seja, nem uma nota 10 o salvaria.

Mas Slater fez valer seu conhecimento em Snapper, praia em que foi campeão quatro vezes (1997, 1998, 2006 e 2008). A 9 minutos do fim, tirou 6,17m saiu da combinação, mas ainda precisava de 9,16.


O americano e o aussie remaram para uma mesma onda, mas como Slater tinha a prioridade, ele foi à direita que rendeu a ele 7,67. Ficou precisando de outro 7,67 para virar.

A 1 minuto do fim, Julian deixou uma onda passar, e por pouco não cometia ali o seu grande erro. Slater tentou aproveitar ao máximo aquela direita, mas não deu para ele. Os fãs, que ali estavam para vê-lo, dividiram-se entre pedidos de autógrafos ao perdedor e os aplausos ao surpreendente vencedor.
FONTE: GLOBO.COM

Sábado, 7 de Março de 2009

07/03/2009 - Kelly Slater diz que décimo título mundial seria apenas 'um bom número redondo'


Depois de vencer na estreia do WCT da Gold Coast, na Austrália, o americano Kelly Slater voltou a falar sobre a luta pelo décimo título mundial. O eneacampeão, no entanto, disse que o assunto não o preocupa e que o número dez é apenas um “um bom número redondo”. Aos 37 anos, o surfista ainda não sabe se disputará toda a temporada.

Na noite de sexta-feira (sábado na Austrália), Slater se classificou direto da primeira para a terceira fase ao derrotar os australianos Dayyan Neve e Daniel Wills. Com isso, ele ganha pelo menos um dia de descanso.

- Soa bem no papel, mas, honestamente, não estou pensado muito nisso. A única hora em que penso sobre isso é quando me perguntam. É apenas um bom número redondo, dois dígitos, e é raro algum esportista alcançá-lo. Então, será bom conseguir isso.

Dos três brasileiros que disputam o WCT, dois passaram para a terceira fase: o paulista Adriano de Souza, o Mineirinho, e o cearense Heitor Alves. O paranaense Jihad Kohdr caiu para a repescagem.
FONTE: GLOBO.COM

Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009

19/02/2009 - Dubai proíbe surf


Ainda não é uma proibição total, mas os surfistas que forem pegos surfando na praia de Umm Suquiem, correm o risco de serem multados.

Tudo porque recentemente foi criada uma área exclusiva para os banhistas e o melhor pico local está dentro do espaço delimitado. As autoridades não consideram uma proibição e disseram que a medida, que classificam como de “segurança”, visa apenas a reforçar a convivência entre nadadores e surfistas na praia, especialmente durante o inverno, quando as ondulações atingem o Golfo Pérsico.

A comunidade de surfistas locais está disposta a trabalhar com as autoridades numa solução de compromisso que satisfaça todas as partes.

Fonte: SURFPortugal.pt

Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009

3/2/2009 - Eddie Aikau e a semana de boas ondas no Hawaii


Com o período de espera do Eddie Aikau ainda valendo, uma série de swells de tamanho moderato deve chegar ao arquipélago havaiano no decorrer desta semana.

No entanto, o tamanho das ondas não deve alcançar o mínimo necessário – 20 pés havaianos – para que o único evento de ondas grandes sancionado pela ASP seja realizado.

De qualquer maneira, esta semana deve ser de muito surf na costa norte da ilha de Oahu. Segundo as previsões mais recentes, as ondas devem variar entre 10-12 pés havaianos durante os próximos dias.

Vale lembrar que no Hawaii as ondas costumam ser medidas por trás, o que faz com que o “pé havaiano” tenha o dobro do tamanho normal. Ou seja, uma onda de 20 pés havaianos terá 40 pés de face.

O período de espera do Eddie Aikau teve início no dia 30 de novembro de 2008 e se extenderá até o próximo dia 28 de fevereiro. Os organizadores necessitam de apenas um dia para realizar o evento.

Portanto, como sempre acontece, a disputa do Eddie Aikau vai depender do tamanho das ondulações que irão atingir as ilhas havaianas nas próximas três semanas.

Alguns experts na previsão de ondas, como o havaiano Pat Cadwell, que trabalha para a Universidade do Hawaii, não descarta a possibilidade de que um swell gigante, do tamanho que os organizadores do Eddie Aikau esperam, atinja o arquipélago havaiano antes do final do período de espera do evento, que oferece a maior premiação individual – 55 mil dólares – para seu vencedor.

Entre os 28 convidados para disputar o Eddie Aikau neste inverno 2008/2009 estão o americano Kelly Slater - nove vezes campeão mundial – e o havaiano Andy Irons – tri campeão mundial. Apenas um surfista brasileiro, o pernambucano Carlos Burle, faz parte da lista de convidados.

Caso as previsões indiquem que as ondas poderão atingir o tamanho mínimo necessário, os surfistas convidados para disputar o evento serão avisados com 24 horas de antecedência.

O Eddie Aikau é disputado na baía de Waimea, onde quebram algumas das maiores ondas no North shore da ilha de Oahu.

O campeonato é realizado em homenagem à memória do havaiano Eddie Aikau, considerado um dos maiores heróis havaianos de todos os tempos.

Salva vidas em Waimea e um dos mais destemidos surfistas da sua geração, Eddie Aikau era um dos membros da tripulacão da canoa Hokulea, que afundou em março de 1978, enquanto cruzava o canal que separa as ilhas de Oahu e Molokai, no Hawaii.

A Hokulea é uma réplica das antigas canoas polinésias, e foi construída para refazer as viagens dos antigos polinésios através do oceano Pacífico. Foi velejando em canoas como a Hokulea, sem a ajuda de nenhum instrumento de navegação, e guiados apenas pelos ventos e pelas estrelas, que os antepassados dos havaianos colonizaram as ilhas do maior oceano do planeta.

Quando a Hokulea afundou, Eddie Aikau - que havia levado uma de suas pranchas para surfar durante a viagem até o Tahiti - pediu autorização ao capitão, pulou no mar e saiu remando atrás de ajuda para resgatar o restante da tripulação, que permaneceu agrupada ao lado dos destroços da canoa.

Horas mais tarde, todos os tripulantes foram resgatados, com exceção de Eddie Aikau. Seu corpo e sua prancha desapareceram no mar e jamais foram encontrados.

O campeoanto de ondas grandes em homenagem à memória de Eddie Aikau foi realizado pela primeira vez em 1984. Na ocasião, o evento foi disputado em Sunset beach e vencido pelo havaiano Denton Miyamura.

A partir de 1985 a prova passou a ser disputada na baía de Waimea. Este ano é o 24º ano consecutivo que o evento está sendo realizado. No entanto, nestes últimos 24 anos o Eddie Aikau foi disputado apenas 7 vezes.

Portanto, até o dia 28 de fevereiro o evento pode ser realizado pela oitava vez na história. Mas para que isto aconteça um swell com mais de 20 pés havainos terá que atingir o North shore de Oahu.

Abraço e boas ondas,

Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

O PERSONAGEM DO ANO


Kelly Slater. O americano fez valer a máxima dos vinhos: quanto mais velho, melhor. Aos 36 anos, foi praticamente perfeito na temporada de 2008. Venceu seis das dez etapas que disputou e levou o caneco - o nono de sua carreira - com três etapas de antecipação. Em sua última apresentação, acabou com um período de 8 anos de frustrações em Pipeline e sagrou-se hexacampeão da etapa mais famosa do WCT. Foi seu 40º triunfo na carreira. Resta saber se ele vai ou não para a disputa do décimo título mundial.


11 de setembro. Ironia ou não, um dos dias mais tristes da história dos Estados Unidos foi só alegria para o maior surfista do país. Era a final do WCT de Trestles, na Califórnia, única etapa disputada no continente americano.


Depois de estar em combinação - situação mais adversa para um surfista -, Kelly Slater virou a bateria contra o australiano Taj Burrow. Tirou uma nota 9,27 a 1m07s do fim. Não apenas garantiu o tricampeonato da etapa, como deu um grande passo para a conquista o nono caneco do Circuito Mundial. Era sua quinta vitória em sete etapas disputadas. O título da temporada veio duas etapas depois, em Mundaka, no País

Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008

Kelly Slater: o rei dos mares, o rei do surf.


Quando se discute quem foi o melhor nesse ou naquele esporte sempre existirão duvidas e polemicas, mas também unanimidades. No futebol, apesar de muitas discussões, Pelé é lembrado como o melhor de todos os tempos, no basquete vem a memoria a imagem de Michael Jordan, no tenis, para alguns, Pete Sampras, para outros Borg, Connors, jonh Macenroe, no automobilismo, Schumacher, Airton Senna, Prost entre tantos são lembrados, mas no surf, ninguém discute, o melhor de todos é o Kelly Slater.

Esse é o cara. Parece que o surt e ele são um casamento perfeito. Tudo se encaixa. Não é a toa que Slater tem 9 (nove!!!) titulos mundiais. Ele tem todos os recordes do esporte, inclusive a mais dificil que é tirar em uma bateria a perfeita nota 10, em qualquer tipo de onda em qualquer lugar do mundo onde se pratica o surf, que deixou de ser uma diversão para ser uma competição profissional das mais respeitadas no mundo dos esportes.

O nono título praticamente o obriga a continuar surfando. Ele se deu conta disso após Bells Beach (Austrália). Deve, ali, em Bells, ter pesado prós e contras. Deixou o aconchego do lar, mas levou a namorada.

- Teria sido uma ótima hora de parar – confessa ele.

Em Mundaka,Espanha, disse que, se fosse campeão, tiraria férias. E foi. Vai lançar um filme e um livro de fotos. Talvez, porém, o capítulo mais importante fique para 2009. O décimo título e uma provável e adiada aposentadoria. Final esplêndido para quem faz o “melhor” parecer pouco. Para quem nós escrevemos frases com apenas nove palavras. Menos a última, com dez, mas talvez ele perdoe. Porque dez, nota 10,00, é do que ele mais gosta.

Terça-feira, 2 de Dezembro de 2008

Conheça alguns picos na Baixada Santista


Berço do surf paulista e brasileiro a região tem algumas opções interessantes, muito crowd e muita história. Suas ondas são realmente boas e o surf consagrou - e ainda consagra - muita gente por lá.

As ondulações de sul, fortes e com bastante pressão são as melhores para os picos da baixada. As de leste fazem alguns points alternativos funcionarem. A verdade é que em Santos podemos surfar marolas força barra e ondulações oceânicas. Começamos pelo Canal 1. Canto direito da enorme praia de Santos: um pico com ondas cheias, de paredes manobráveis. A quantidade de cabeças nesse pico assusta, o crowd beira o insuportável.

Localizado no Emissário Submarino fica o principal e mais constante pico da cidade, o "Quebra Mar". Ele ajuda a alinhar as ondulações que vem do sul, formando boas direitas do lado esquerdo do Canal, junto às pedras. Apesar de serem cheias, quando estão com boa formação, as ondas são longas e permitem várias manobras. O surf continua até a madrugada, pois o local recebeu iluminação especialmente para permitir o treino de quem trabalha durante o dia.

O Canal 2 e o Canal 6 funcionam bem quando as condições estão Storm nos picos mais expostos. No 6, dependendo da ondulação e da maré, podemos ver tubos de até 1metrão rolando. Quebra poucas vezes por ano. A praia de Itararé é outro pico constante e crowdeado, os longboarders comandam a cena, as ondas são cheias e perfeitas para eles.

A "Porta do Sol" é o pico dos big riders santistas. Localizada entre a Ilha Porchat e a Praia Grande, na Barra de São Vicente, é protegida da maior parte dos ventos e tem correntes fortes, que podem dificultar o seu posicionamento lá fora. Um local para surfistas mais experientes e longboards. É um pico que quebra poucas vezes durante o ano - com swell de sudeste ou leste - e as ondas podem chegar a 12 pés. Alguns secrets podem ser explorados na cidade, cuidado com o localismo barra pesada que rola nos principais.

Fonte: Guia do Litoral

SURF VS ARTE

Surf sugere Arte. Como o vemos e lembramos.
Esteticamente, num nivel mais plastico, desde a origem da prancha, shapeada como uma escultura por maos sabias, ao eterno duelo com o impiedoso lip e ao jogo do toca e foge com a base da onda, rascunhando traços e desenhando linhas numa parede aquatica, feita tela em branco, que definem o nosso estilo e postura, tudo é arte no surf. Um jogo estético que também é mental. Traz-nos imagens perdidas no tempo. Aquele pôr do sol, naquele nosso sítio especial ou aquela viagem, quando o sol se afundou como um navio de grande porte e inundou o ceu com cores que nem sabíamos existir. Como uma fotografia pendurada nos meandros da memoria.
Aquela remada para o outside, por vezes bruta e impiedosa, outras lenta e contemplativa, para um line up perfeito, que nos surge como um nítido filme sempre que a recordamos. Os primeiros drops, as primeiras batidas, as primeiras curvas, os primeiros tubos. As ondas que já fizemos e as que imaginamos fazer. Está tudo numa sequencia visual algures na nossa cabeça, salpicada de lembranças salgadas. Surf respira Arte, porque Surf não é só o que vemos. É o que vemos, sentindo e pensando também. ( mt filosofico, ALOHA!)

Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008

Fiji sai do calendário do surfe em 2009, e WCT Brasil é confirmado para junho


A Associação dos Surfistas Profissionais (ASP) divulgou nesta quinta-feira o calendário do Circuito Mundial (WCT) de 2009. A maior surpresa é a exclusão da etapa das Ilhas Fiji. A brasileira está confirmada para junho. A temporada terá dez eventos, e os surfistas poderão descartar dois resultados, um a menos do que neste ano.


A etapa de Fiji tinha saído do calendário em 2007, mas voltou nesta temporada. O vencedor por lá foi o americano Kelly Slater. O brasileiro Adriano de Souza, o Mineirinho, chegou às semifinais.

A troca de data do WCT Brasil já estava prevista. Ele será a quarta parada do ano, entre as etapas de Teahupoo, no Taiti, e de Jeffreys Bay, na África do Sul.

- Mudar a etapa do Brasil para o meio do ano foi uma transição lógica. Aproximar as etapas de Imbituba e de Jeffreys é uma medida econômica e também coloca as provas geograficamente em sincronia - explica o presidente da ASP, o australiano Wayne Rabbit Bartholomew.

WCT masculino

28/02 a 11/02 - Gold Coast, Austrália
07 a 19/04 - Bells Beach, Austrália
09 a 20/05 - Teahupoo, Taiti
27/06 a 05/07 - Santa Catarina, Brasil
09 a 19/07 - Jeffrey's Bay, África do Sul
11 a 20/09 - Trestles, EUA
23/09 a 04/10 - França
05 a 17/10 - Mundaka, País Basco, Espanha
19 a 28/11 - Search
08 a 20/12 - Pipeline, Havaí

Quarta-feira, 5 de Novembro de 2008

Carlos Burle, Andy Irons e Kelly Slater são convidados para o Eddie Aikau



Tradicional competição de ondas gigantes em homenagem a salva-vidas reúne 28 dos melhores surfistas do mundo no Havaí

Pelo segundo ano consecutivo, o brasileiro Carlos Burle foi convidado para disputar o Tributo a Eddie Aikau, tradicional disputa de ondas gigantes. A competição, em homenagem ao salva-vidas que morreu ao tentar salvar seus amigos de um naufrágio, em 17 de março de 78, só é disputada em ondas de mais de 20 pés (mais de 6m), em Waimea Bay, no Havaí. A última vez que houve um campeão foi em 2004, com o havaiano Bruce Irons. Foi a sétima vez desde sua criação, em 1985.

A janela de espera será de 1º de dezembro de 2008 a 28 de fevereiro de 2009. Vinte e oito surfistas, entre eles os campeões mundiais Kelly Slater e Andy Irons, fazem parte da lista de convidados.



1. Andy Irons (Havaí)
2. Brian Keaulana (Havaí)
3. Brock Little (Havaí)
4. Bruce Irons (Havaí)
5. Carlos Burle (Brasil)
6. Clyde Aikau (Havaí)
7. Darryl Virostko (Califórnia)
8. Greg Long (Califórnia)
9. Ibon Amatriain (Espanha)
10. Jamie O’Brien (Havaí)
11. Jamie Sterling (Havaí)
12. Keone Downing (Havaí)
13. Jason Ribbink (África do Sul)
14. Kelly Slater (Flórida)
15. Makua Rothman (Havaí)
16. Mark Healey (Havaí)
17. Michael Ho (Havaí)
18. Noah Johnson (Havaí)
19. Paul Paterson (Austrlia)
20. Peter Mel (Califórnia)
21. Ross Clarke-Jones (Austrália)
22. Rusty Keaulana (Havaí)
23. Shane Dorian (Havaí)
24. Sunny Garcia (Havaí)
25. Takayuki Wakita (Japão)
26. Titus Kinimaka (Havaí)
27. Tom Carroll (Austrália)
28. Tony Ray (Austrália)

Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008

ELE VENCEU, E OS OUTROS?


É, finalmente aconteceu.

Ele conquistou de fato seu nono título mundial do WCT. Kelly Slater!!!

Estamos diante de um fenômeno, um cara extraordinário. Na verdade está faltando adjetivos para descrevê-lo.

O que importa é que ele está levando o surf a lugares nunca imagináveis. Ele já é maior do que o próprio esporte, ao menos por algum tempo.

As questões que antecipo são: Ele tentará mais um para fazer 10? Será que ele quer mais do que 10 títulos? Ou apenas (fala sério) 9 está bom pra Kelly Slater?

Bom, ficaremos até o ano que vem especulando se ele vai ou não correr mais eventos daqui pra frente.

E por falar em especulação, aqui vai a maior de todas atualmente, “quem vai desistir do circuito uma vez que Kelly já venceu?”

Isso está tomando uma proporção desagradável. Quando todos da imprensa querem saber disto, eles perguntam para mim, que sou o organizador da próxima etapa do WCT, aqui no Brasil.

O que eu devo responder? Se for levar em conta a amizade que tenho com eles, ficaria um pouco decepcionado. Se for pensar como promotor do evento, também estaria decepcionado, após tantos anos dedicados ao esporte e a este evento.

Mas se for analisar com olhos de crítico do próprio esporte que construiu minha carreira a vida inteira, confesso, que nunca vi uma atitude tão fraca de competidor que, só porque não está mais na disputa, desiste, e ainda esconde as razões atrás de atestados médicos, razões pessoais, e outras idéias que forem mais convincentes.

Se você toma uma decisão, tem que assumi-la com hombridade e coragem, não inventando nada.

Eu sei que alguns de fato se machucam, isso deve ser investigado de igual para igual com todos os atletas, e aí sim, ele está dispensado.

Mas mesmo assim, acho ainda que os patrocinadores destes atletas que vierem faltar à etapa do Brasil, por falta de estímulo, ou porque estão cansados, deveriam penalizá-los pela falta de espírito competitivo. E se for por causa de falta de dinheiro que o atleta faltar, aí quem deve ser multado é o patrocinador dele, que coloca um atleta no WCT e não dá condições a ele de fazer seu trabalho. Trabalho este, que é tão sonhado e disputado por surfistas de todos os cantos do planeta.

Se você não está preparado psicologicamente ou financeiramente para competir em todo o WCT, não deveria entrar no WQS, em primeiro lugar.

Desculpem o desabafo, mas não agüento mais responder em nome dos atletas que não se manifestam a nossa imprensa, e por favor , procurem a ASP para saber destes atletas, eu não os represento!!!

Sinceramente,

Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008

"ALOHA" Abaixo segue uma explicação de seu significado.




"Aloha" é uma palavra formada pelas iniciais de outras cinco palavras havaianas, cujos significados orientam a conduta do povo local. É o chamado “Espírito Aloha”. A, vem de AKAHAI, Bondade a ser demonstrada com Ternura. L, vem de LOKAHI, Unidade a ser expressa com Harmonia. O, vem de OLU OLU, Cordialidade a ser demonstrada com Afeto. H, vem de HA AHA A, Humildade, a ser demonstrada através da Modéstia. A, vem de AHONUI, Paciência, a ser demonstrada pela Perseverança.

Como os próprios havaianos gostam de dizer, palavras não são suficientes para traduzir todo o significado da palavra mágica “Aloha”. Trata-se de uma espécie de filosofia local, que permeia as relações interpessoais e faz com que cada indivíduo seja parte da coletividade. É o que diz um dos principais provérbios havaianos:

“O nós, anula o eu”…

Aloha tbm é de caráter que expressa o charme, simpatia e sinceridade das pessoas do Havaí. Foi a filosofia de trabalho nativos havaianos e foi apresentado como um presente para o povo do Havaí. Então você pode ver, Aloha é mais do que uma palavra, é um espírito, um modo de vida, uma cordialidade no atendimento, sem qualquer obrigação de devolver. Ela nos lembra que não importa o quanto as coisas podem não ir a nossa maneira que devemos considerar a outra pessoa e tentar colocar-nos no seu lugar e partir compreendam as suas perspectivas.
  Aloha para aprender o que não é dito, para ver o que não pode ser visto e de saber o irreconhecível. "Queen Liliakalani"

Terça-feira, 23 de Setembro de 2008

Surf


Muita coisa se passa na cabeça de um verdadeiro surfista,
além da parafina
Como um arrepio na espinha ao despencar uma morra
A magia da meditação que antecede a entrada da série
Ter na imensidão azul,o seu divã
E no drop,sua perfeita terapia
A percepção de que,ao remar você e sua prancha são um só
E celebrar essa união,dentro de um barril cristalino
E ao final de cada sessão,ao sentir a água salgada escorrendo pelo nariz,
amar o momento em que decidimos surfar...

Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

UM VERDADEIRO MITO


Quantas taças como esta ele ainda vai levar pra casa?
Ele venceu quase tudo este ano.Ele está melhorando sua técnica de surf aos 37 anos de idade.Ele está devolvendo ao Mick Fanning tudo com juros e correção monetária, o que recebeu ano passado.Ele está prestes a receber uma bolada de seu patrocinador para vencer 10 títulos mundiais.Que situação!!! Kelly Slater a cada dia que passa se reinventa. Não só no surf, mas como pessoa. Afinal ele já foi aquele cara que não falava com ninguém por que queria se concentrar. Mas também já foi aquele cara que vai a todos os eventos paralelos de certos eventos e acabou vencendo a etapa mesmo assim.Já esteve com celebridades, e já namorou gatinhas desconhecidas. Kelly já fez de tudo nesta vida. Agora resolveu infernizar a vida dos jovens surfistas do circuito mundial, reinventando maneiras de vencer baterias. Em Jeffrey’s Bay ele estava andando em outra pista, surfando outro campeonato, com outro adversário, ele mesmo!!!Aliás, é só olhar no ranking da ASP, ele está em outra liga, enquanto seus adversários imaginários estão a quase 1300 pontos de distância e sem a menor idéia de como parar o Cara!Bom, não há muito o que dizer, ele é o cara e deve continuar sendo por algum tempo, contrariando tudo que até eu mesmo já falei dele.

Ele é um verdadeiro MITO.

Quinta-feira, 11 de Setembro de 2008

Estilo e linhas de surfe



RASGADA
Manobra de face. O surfista realiza o bottom turn (cavada) e projeta sua pracha para a parte mais alta da parede, fazendo lá um movimento de retorno, empurrando a rabeta da prancha para frente, descendo a parede, para depois se posicionar para mais uma cavada e posterior manobra.
Existem vários tipos de rasgadas. Dependendo do jeito que o surfista faz o movimento da rasgada, esta varia de nome. Snap-back: quando o surfista faz a virada de cima da manobra rápidamente. Slash-back: quando a virada de cima é feita de forma arredondada. Lay-back: quando o surfista realiza a manobra com as costas apoiadas na água.
Do inglês: Snap-back - snap (repentina); back (trás). Slash-back - slash (grande corte). Lay-back - to lay (deitar).
CLÁSSICA
A linha clássica de surfe privilegia mais o estilo em detrimento à força. A grande maioria das manobras é executada com uma linha mais arredondadas, sem quebras de linha. A linha de surfe clássico não é exclusiva de surfistas antigos. Existem grandes surfistas das novas gerações que possuem uma linha de surfe clássico, porém com todos os floreios e manobras características do surfe moderno, como o surfista australiano Joel Parkinson, por exemplo.

MODERNA
A linha de surfe moderna privilegia a força e a radicalidade do que o estilo. As manobras são executadas em linhas de surfe mais quebradas, com mais velocidade e impacto. O fato de não se priorizar o estilo não significa que este tipo de linha de surfe não faz com que o estilo do surfista seja feio. Existem surfistas de linhas quebradas com estilo bonito, como o australiano Mick Fanning, por exemplo.


MANOBRAS

Dentro do surfe, existem as mais variadas manobras, para todos os tipos e tamanhos de onda e estilos de surfe. Dentre os tipos de manobras existem as manobras de face (executadas na parede da onda), as manobras de lip e as manobras aéreas. Uma mesma manobra pode ser executada tanto na parede como no lip da onda, o que torna essa diferenciação muito subjetiva.
Portanto não iremos listar as manobras por tipo, nos restringindo apenas à classificação de cada manobra independentemente, a começar pelas manobras mais simples, até chegar nas mais difíceis.

DROP
O drop é a entrada na onda. Não é considerada uma manobra do ponto de vista do surfe de competição. É o primeiro passo no aprendizado do surfe. O surfista desce, desde a crista da onda até a base da mesma.
Do inglês: Drop - to drop (descer).

CAVADA
É a virada na base da onda. Também não é considerada uma manobra do ponto de vista do surfe competitivo. A cavada é um movimento muito importante, pois é através dela que o surfista define o lado que vai surfar a onda e determina o tipo de manobra que vai executar na onda. O bottom turn é o movimento mais executado no surfe. É obrigatoriamente executado entre todas as manobras.
Do inglês: Bottom turn - bottom (fundo); to turn (virar) - virada na base.

FLOATER

Manobra de lip, que consiste em deslizar a prancha sobre o lip da onda, voltando à onda novamente. É uma manobra que tem como principal função ganhar velocidade e/ou passar uma sessão da onda.
Do inglês: Floater - to float (flutuar).

BATIDA
Manobra de lip, em que o surfista direciona sua prancha ao lip da onda, pressionando o fundo da prancha contra o lip, e trazendo a prancha novamente para a onda.


CUT-BACK
Manobra que pode ser tanto de face como de lip. O surfista projeta a pracha em direção à parte menos crítica (mais longe do local onde a onda está quebrando) da onda, fazendo um movimento de retorno à parte mais crítica da onda, para depois retornar à sua linha de surfe normal. Esta manobra faz um traçado semelhante à um "S" . Quando falamos que esta manobra pode ser tanto de face quanto de lip, deve-se ao fato de que, na volta do cutback, pode-se optar por dar ou não uma batida na espuma (ou lip, dependendo da onda). Sendo assim, ela é uma manobra preferencialmente de face, visto que, mesmo quando há a batida, a maioria dos seus movimentos são feitos na face da onda.
Do inglês: Cut-back - to cut (cortar) - cortar para trás.

TUBO
Momento máximo do surfe. O surfista deve posicionar-se junto à parede da onda, controlar a prancha para obter a velocidade exata que a onda necessita para a realização da manobra - dependendo da onda o surfista deve acelerar a prancha, em outras deve freá-la e, em alguns casos, alternar os dois procedimentos -, esperar a onda "rodar", manter-se calmo e atento para as possiveis variações de velocidade que possam ser necessárias para manter-se dentro do tubo, ficar lá dentro o maior tempo possível e sair na hora exata. Todas estas variaveis mostram que o tubo não é uma manobra simples ou de fácil execussão. Porém é um momento mágico dentro do esporte. Com o tempo de prática do surfe, o desenvolvimento das habilidades do surfista e a calma diante de situações inesperadas fazem com que o surfista possa aproveitar estes momentos nos mínimos detalhes. A quantidade de adrenalina e endorfina liberados pelo corpo humano aumentam consideravelmente no momento de um tubo. O tubo também é chamado de barrel e cover up.
Do inglês: Barrel - barrel (barril). Cover up - cover up (encobrir).

AÉREO
As manobras aéreas são a principal marca do surfe moderno. O surfista ganha velocidade, busca um ponto crítico que possa lhe servir de "pista de decolagem", alça vôo, controla a prancha no ar, aterrisa e volta pra onda. Se durante o tubo o surfista se sente envolto pelo mar, se sente parte dele, no aéreo ele experimenta a sensação de liberdade de estar, mesmo que por alguns instantes apenas, solto no ar, a incrível sensação de estar voando.
O surfe moderno, de manobras aéreas, vem se desenvolvendo dia-a-dia. Com a nova tendência de incorporar os movimentos de outros esportes, como skate, snowboard, motocross e wakeboard, as manobras aéreas ganharam toda uma gama de variações, com giros e pegadas (grabs) dos mais diferentes modos.
Do inglês: Aerial - aerial (aéreo).

360º

O 360º é considerada a primeira manobra moderna do surfe. Nos anos 70 uns poucos surfistas mais habilidosos já conseguiam fazer alguns giros de 360º com as suas pranchas. Mas foi nos anos 80 e princípio dos 90 que os 360's ganharam o público.
A manobra consiste em posicionar a prancha na direção do lip da onda, transferir todo o peso para o pé dianteiro, esperar a prancha começar a descer a onda, posicionar a rabeta da prancha para o lado que a onda está correndo, voltar a pressionar a rabeta da prancha para terminar o giro.
Com o passar do tempo foram-se desenvolvendo variações de execussão do 360. Primeiro foi o 360 de batida, que é a batida normal, porém com a volta pelo lado inverso. Depois foi o floater 360º, onde o giro é executado na descida do floater. Outra variação foi o reverse 360º, ou simplismente reverse, que é o giro de 360º para o lado contrário. No 360 convencional, o giro é feito sempre com a prancha girando em direção ao pico da onda, enquanto no reverse o giro é feito na direção do rabo da onda. Os reverses foram misturados aos snap's e slash's, criando o snap 360º e o slash 360º
Outra aplicação dos giros de 360º é feita na combinação com os aéreos. Tanto o 360 normal, quanto o 360 reverse podem ser combinados com manobras aéreas.

GRAB RAIL
O grab rail não é uma manobra e sim um movimento, que é quando o surfista segura a borda da prancha com a mão. Quando o o surfista segura com as duas mãos, chamamos de double grab. Este movimento pode ser incorporado praticamente em todas as manobras e movimentos. Desde o drop, a cavada, batida, floater, cut-back, rasgada e tubo, até os aéreos e 360º's.
Do inglês: Grab rail - to grab (agarrar, segurar,pegar com a mão); rail (borda, corrimão, trilho) - segurar na borda. Double grab - double (dupla) - pegada dupla.

Terça-feira, 9 de Setembro de 2008

Brasileiros quebram recorde de surfistas na mesma onda


Rico de Souza reúne 88 pessoas em Santos, e supera marca anterior, de 84

Oitenta e oito surfistas pegaram uma mesma onda, na praia do Quebra-Mar, em Santos, e vão entrar para o Guiness Book, o Livro dos Recordes. A façanha foi organizada pelo surfista Rico de Souza durante o II Earthwave Festival de Surf Ecovias. Após duas horas de tentativas e mais de 170 pessoas na água, 88 delas conseguiram pegar uma onda, superando o recorde anterior, de 84.

- Tomara que tenhamos conseguido estabelecer uma nova marca para o surfe brasileiro, mas o importante foi mostrar a união dos surfistas em torno desta causa. Mostramos que estamos preocupados com a preservação da natureza e com o aquecimento global. Ano que vem estaremos novamente em Santos para tentar mais uma vez – diz Rico de Souza.

Terça-feira, 2 de Setembro de 2008

DICIONARIO DO SURF

Aéreo: manobra em que o surfista e a prancha saem da onda e voltam a entrar nela em seguida.
Aloha: saudação havaiana.
Arrebentação: distância que vai das ondas até a área onde arrebentam as ondas.
ARS: manobra inventada pelo australiano Eppo, que consiste em dar no ar um rolo seguido de um 360o
Backside: quando se surfa de costas para a onda.
Batida: veja "off-the-lip".
Beach Break: tipo de fundo; quando as ondas partem sobre um fundo de areia.
Big Wave Rider: surfista de ondas grandes.
Bodysurf: dropar nas ondas com o corpo.
Bodyboard: modalidade do surfe em que se usa uma prancha menor, na qual se surfa deitado.
Bottom: parte de baixo das pranchas.
Bottom turn: é a curva que se faz na base da onda, logo após o drop.
Bowl: parte tubular da onda, quando ela já está redonda.
Buraco: onda cuja parede se torna rapidamente muito vertical
Crowd: multidão, quando se tem muita gente dentro d´água.
Cut Back: curva efetuada para voltar atrás na onda em direção à espuma.
Direita: onda que, vista da praia, parte para o lado esquerdo.
Drop: ato de descer a onda; vem antes do Bottom-turn.
Drop in: descer a onda na frente de outro surfista.
Duck Dive: modo de passar por baixo das ondas sem ser arrastado até á beira
Esquerda: onda que, vista da praia, parte para o lado direito.
Glass: condições sem vento, quando o mar adquire um aspecto liso e espelhado.
Hardcore: situação extrema; atitude ou manobra muito radical.
Inside: zona mais próxima da praia, fica a meio caminho entre a areia e o outside.
Junção: quando as espumas de uma direita e de uma esquerda se encontram
Leashs: o mesmo que streap ou cordinha.
Leque: água que sai debaixo da prancha quando o atleta curva com força.
Line Up: zona do outside onde as ondas quebram.
Lip: crista da onda, parte mais alta da onda.
Merreca: onda pequena.
Merrequeiro: surfista de ondas pequenas.
Nose: bico (parte superior) da prancha.
Off-the-lip: manobra na qual o atleta parte em direção ao lip da onda, batendo neste e voltando para a base da onda.
Off Shore: quando o vento sopra de terra para o mar; terral.
On Shore: quando o vento sopra do mar para terra.
Outside: área do mar por trás da arrebentação, zona de segurança.
Outline: linhas gerais da forma da prancha.
Pés: medida que equivalem a 30,48 cm. Os americanos costumam medir as ondas usando pés.
Pico: local onde a onda começa a partir.
Point: local onde parte sempre uma onda.
Point-Break: tipo de onda que parte sempre no mesmo lugar.
Rail: parte da prancha que vai da parte superior e inferior das partes laterais, responsável pela tração na onda.
Reef Break: tipo de onda que quebra sobre um fundo de rocha ou coral.
Seção: as diversas partes de uma onda.Set: grupo ou conjunto de ondas. Também conhecido como série.
Shape: formato da prancha.
Shaper: profissional especializado em fabricar pranchas.
Storm: mar mexido e confuso, geralmente devido ao vento forte.
Swell: a chegada de ondulação à costa.
Wax: antiderrapante à base de parafina, que é aplicado no deck para evitar que o surfista escorregue

História do Surfe


A história do surfe data de cerca de mil anos. Uma lenda conta que o rei do Taiti, por volta do ano 900 DC, navegou até o Havaí surfando. Ele conheceu várias ilhas, mas só foi encontrar boas ondas num local chamado Mokaiwa, na ilha de Kauai. Ele viveu lá por muitos anos e acabou tornando-se o rei da Ilha.


Ao chegar ao Havaí, em 1778, o capitão James Cook, viu os nativos se equilibrando sobre troncos de madeira, sobre as ondas. Para o povo que vivia nas Ilhas Polinésias, a atividade que viria a dar origem ao surfe era uma cerimônia religiosa, que foi considerada imoral pelos missionários europeus, que chegaram ao Havaí em 1821.


Depois disso, o surfe passou por um tempo no ostracismo. Até que um havaiano chamado Duke Kahanamoku ganhou uma medalha de ouro de natação nas olimpíadas de Estocolmo, em 1912. Ao ser questionado sobre a sua forma de treinamento, Duke afirmou que praticava o Heenalu Surf, esporte até então desconhecido. Acredita-se ele foi o responsável pela popularização do esporte em todo o mundo.


Kahanamoku, que recebeu o apelido de Homem-Peixe, migrou para a Califórnia logo após a conquista da medalha, fazendo do Estado americano o maior centro de prática de surfe no mundo. Outro lugar que se encantou com as manobras do havaiano sobre as ondas foi a Austrália, que ele visitou em 1915. Ele foi vítima de um ataque fulminante do coração aos 75 anos de idade, em 1968.


Em seu início, os surfistas usavam enormes troncos de madeira, que não permitiam manobras muito ousadas, pois eram pesados demais. O tamanho dos troncos diminuiu, por volta dos anos 30, até chegar a pranchas semelhantes às que existem hoje. As técnicas de shapear (confecção de shapes, ou seja, as próprias pranchas) começaram a se desenvolver. Hoje para se construir uma prancha usa-se bloco de poleuretano, coberto de fibra de vidro (laminação).

ORAÇÃO DOS SURFISTAS

Fazendo uma oração antes de ir surfar "Mar nosso que estais na terra, satificais sejam as vorsas ondas, vamos nós a vossa praia, seja feito o vosso swell, assim no verão como no inverno o surf nosso de cada dia hoje,perdoai as nossas vacas, assim como nos perdoamos quem nos rabera, e não nos deixe vacar na tubulação mas livrai-me e defendeime do crowd, ALOHA"

Segunda-feira, 1 de Setembro de 2008

PRANCHAS DE SURF


Longboard Pranchas grandes, a partir de 9". Foram muito usadas durante a década de 70. Hoje são adotadas por surfistas veteranos.

Gun Modelo havaiano bastante móvel que, apesar do tamanho, tem menos área de contato com a água do que o longboard. Muito usada para ondas grandes. Seu shape é mais esticado, segue uma linha paralela, o que resulta em bico e rabeta mais estreitos e finos. Este shape é mais seguro e proporciona boa força na remada e desempenho em ondas grandes.

Funboard
Originárias do longboard, mas menores, são as preferidas por iniciantes. São pranchas intermediárias entre o long e a pranchinha, com tamanho entre 7'2'' a 8 pés.

Evolution
Sua largura é igual à da fun na largura e na espessura, mas seu formato é igual ao da prancha normal.

Pranchinhas
São usadas para ondas pequenas. Preferidas dos surfistas mais experientes e dos jovens que estão aprendendo o esporte. São consideradas pequenas as pranchas Considera-se as pranchas pequenas de até 6'9''.

ORIGEM DE HANG LOOSE



Hang loose!A origem de um dos gestos mais conhecidos em todo o mundo é uma das principais lendas do surfe. Antigamente, no Havaí, os reis mais bravos e corajosos eram escolhidos para enfrentar as maiores ondas. Um destes homens havia perdido os três dedos da mão numa luta, e ao passar pelo seu povo a caminho do mar, acenou, criando o sinal que se tornaria mundialmente conhecido.

CURIOSIDADES DO MUNDO DO SURF


Maiores ondasAs maiores ondas do mundo podem ser encontradas na Costa Norte da Ilha de Oahu, durante apenas três meses ao ano, entre dezembro a fevereiro. Essas ondas são tempestades vindas do norte e oeste do oceano pacífico, gerando ondas de até vinte metros, trazidas pelos ventos alísios, que predominam nessa época do ano.Como o arquipélago havaiano não possui plataforma continental, as ondas seguem fortes, sem perder a intensidade, e só param ao encontrar as bancadas de coral próximas à areia, criando as melhores ondas para